Solicitação de publicação, como direito de resposta.
Solicitamos sejam divulgados na integra os relatos a seguir, como direito de resposta, com espaço e destaque igual ao publicado com o titulo de Naufrágio por quebra de Leme, por tempo igual, ao que aquele venha a permanecer no ar.
A matéria citada acima carece de exame mais profundo, desde o seu titulo, pois veja-se:
Naufrágio, quer dizer: segundo Aurélio Buarque de Holanda, em seu dicionário da língua portuguesa - Perda de um navio; ato de um navio se afundar; grande desgraça no mar.
O que houve no caso foi uma inundação, e não um naufrágio.
A inundação não seu deu pela quebra do leme, mas sim pela imperícia, de quem usava o barco, pois como o próprio relato diz, "Flávio regulou o leme para a profundidade das águas no local", e este "arrastou no fundo 3 ou 4 vezes". Ora se arrastou no fundo, não estava regulado para a profundidade adequada, ou ao menos, estava mal regulado.
Diz ainda o relato, "o barco terminou sentado ao fundo do rio, estando com a bolina recolhida". Isto demonstra um despreparo dos maiores, é claro que se a bolina estiver recolhida o leme não deve estar diferente. Então se o leme estivesse na mesma altura da bolina, ou mais acima, claro que arrastaria a bolina e não o leme, que por certo não quebraria.
Logo o que causou a inundação, foi a imperícia, que por sua vez causou a quebra do leme, e por conseqüência a inundação.
No mesmo parágrafo diz, "Balançando longitudinalmente (caturrando) pela ação da marola". Novamente a ma fé, na manhã do dia 7 de setembro, aqui em Porto Alegre, tínhamos 35 graus de temperatura e um rio completamente liso, e sem ventos. Não existem marolas com estas condições, e nem o barco caturra.
Ainda neste parágrafo diz, "a menos de dez metros do ponto de partida, o leme com toda sua ferragem se separou do barco......". Ora, menos de dez metros, é pouco mais de um barco de distância, não existe velocidade, e nem força para arrancar o leme, nas condições que se apresentavam no local.
A seguir relata, "Flávio pulou n'água ...amarrou o barco no trapiche, e em poucos minutos a cabine estava inundada, e que está ocorreu pelo rasgo aberto no espelho de popa". Novamente parece absurdo, pois dito rasgo no espelho de popa, fica completamente acima da linha d'água, e as condições de tempo e do rio no local eram inteiramente favoráveis. Mais difícil de crer ainda, e que Flávio estando junto, no seu trapiche ou a poucos metros deste, deixe que seu barco inunde, por um orifício de pouco mais de 10 ou 15 cm, que fica fora e acima da linha d'água. Alguma coisa não está fechando

Nesta foto a altura da fixação do leme, completamente fora e acima da linha d’água.
Pelo relato o barco naufragou no dia 7 pela manhã, e foi resgatado às 21 horas. Vejamos a foto publicada pelos autores da matéria, o céu está nublado, as pessoas estão de abrigo para o frio, e o rio está com ondas. Mas neste dia 7 tínhamos um céu azul, rio liso, e 35 graus de temperatura. Com certeza não era mais o dia 7, quem sabe já fosse o dia 9. Ou ainda, quem sabe não tenha ocorrido bem assim.

Isto tudo para demonstrar, que os fatos são no mínimo curiosos, as informações do relato não se fecham muito bem. Existem muitas contradições.
Nossas informações:
O barco do Sr.Flávio, esta sem o material de flutuação, foram retirados, como se pode ver nos rasgos ocorridos no espelho de popa. Existem avisos em todos os compartimento estanques do barco, de que este materiais não podem ser retirados, sob pena de perder-se a característica de não afundar, e isto não foi respeitado. O que garante que o barco seja insubmersível, são estes materiais, como se pode ler em nota destacada pelo redator Danilo, em sua matéria que aqui se contesta.
Quanto à resistência do laminado do espelho de popa, está perfeitamente dentro dos padrões do plano de laminação, ou acima deste. Observe-se pelas próprias fotos apresentadas, a espessura do laminado, junto ao parafuso, em vários tecidos, mantas, gel e resinas. O mesmo pode-se constatar nos rasgos deixados no espelho de popa.
foto das espessuras e dos matérias que compõe a popa do barco.
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O que ocorreu na verdade, é que este leme e ferragem, foram expostos a grandes esforços contínuos, e por muito tempo, como se ficassem, por exemplo, encalhados de popa e pelo leme, ou por um período ao menos razoável.
O barco apresenta uma grande avaria em sua quilha, pelo lado de bombordo, ocasionada por uma grande batida, ou várias batidas por muito tempo, pois este material é muito duro e laminado por fora, é difícil com qualquer batida ocasionar dano desta monta. Isto parece que o Sr. Flávio e o Sr. Danilo, não viram, ou não perceberam, pois nem falaram nada, e nem colocaram fotos.

Grande avaria na quilha, não comentada
O barco apresenta ainda, no costado pelo lado de boreste, bastante danos por fricção, como se tivesse ficado por muito tempo raspando ou arrastando em algo, com movimento continuo de vai e vem, como se estivesse adernado com este costado na praia, ou sobre alguma coisa, ao sabor das ondas, isto só, por exemplo, não estamos afirmando nada, só estamos mencionado outros dados não percebido pelos autores da matéria.

Costado do barco muito danificado por fricção
O que deve ficar muito claro, é que os barcos são construídos para navegar e não para baterem. No momento que ocorre uma batida qualquer, o dano pode ser maior ou menor, dependendo das condições e da própria batida, a verdade é que se perde o controle, pois depende de cada situação. Não estamos dizendo nenhuma novidade, é a mesma coisa que um automóvel, você pode retirar zero quilometro de uma revenda, e na saída bater em um poste, que pode arranhar, ou amassar todo. E nem por isto este automóvel, é ruim ou não presta. Tem que se saber a causa, antes de qualquer juízo.
O que queremos salientar bem, é que se bater muda tudo, para qualquer barco, até mesmo o Titanic afundou quando bateu. Claro que todos os barcos são construídos com certa margem de segurança para suportar alguns reveses e até batidas, mas esta batida não foi só como se está dizendo, como aqui se tenta comprovar.
Quanto às ameaças citadas, queremos esclarecer que não se tratou de ameaças, mas de um aviso, de que procederemos judicialmente, para que se corrijam absurdos, e inverdades publicadas por esta via, por pessoas que parecem que brincam de jornalismo, publicando fatos que não conhecem, ou que sequer averiguaram, com prejuízos de outros. Tanto isto é verdade que retiraram dois parágrafos de sua publicação.
E vamos repetir aqui, para que fique claro, as fotos que os senhores apresentam, não mostram o barco submerso, portanto descabe suas insinuações e tentativas de descaracterizar, com elas, um produto que não conhecem, sobre uma matéria que também não entendem, mas que não medem conseqüências para se promoverem a custas dos outros, ou para agradar o proprietário do barco, que por acaso é seu anunciante.

O Barco não está naufragado, mas sim inundado
E mais, suas fotos mostram o barco a meia nau, pois não está submerso, continua, portanto insubmersível. Insubmersível, é assim, não quer dizer que não entre água, quer dizer que não afunda. É claro que batendo, quebrando, furando casco, ou qualquer coisa do tipo irá entrar água. Veja-se as fotos de outros barcos que sua matéria apresenta, com certeza, estão com água, mas estes os Senhores acham insubmersível.

mesma situação acima somente inundado.
Para esclarecer ao Sr.João, que diz "com os votos de que os mensageiros das noticias não sejam considerado os autores". Só entendemos estes mensageiros como responsáveis, pelas noticias que colocaram no ar, sem o devido cuidado de averiguação.
Entendemos o descontentamento do proprietário do barco, pois deve ser uma coisa desagradável, ver o seu bem neste estado, e nestas ocasiões fala-se coisas impensadas e exageradas, como dizer que "a ferragem saiu como se estivesse saindo de um tablete de manteiga". Quando o que ele deveria salientar é que usou o equipamento inadequadamente, pois ele diz que bateu, barcos não são feitos para bater, além do que, não deve ter sido bem assim. Mas dá para entender que seja até um instinto de defesa, é natural, nestas ocasiões as pessoas tem uma tendência a buscar culpados, para seus erros.
Mas os mensageiros da noticia não, estes não estão no calor destes sentimentos, deveriam ter cuidado no que publicar, como colocar, pois podem estar prejudicando outros. E mais, sem saber se estes outros são responsáveis pelos fatos ou não.
Que se publique na integra.
Marion
A matéria acima foi enviada ao popa pelo fabricante, e pelo Bahia Náutica, via grupo popacombr, com o mesmo texto.
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